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Que boa notícia!

Gilmar Amaral

Dezembro de 2014

 

"Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu filho, nascido de mulher, nascido debaixo da lei...”. (Gálatas 4.4)

 

Esse versículo afirma que, no tempo devido, quando o Senhor achou por bem em Seu plano redentor enviar o Seu filho ao mundo, ele o fez. O verdadeiro motivo para festejarmos não são as luzes piscando, as casas enfeitadas ouo quanto de ouro adquirimos durante o ano, mas sim o fato de que Deus em Seu rico amor nos enviou Seu filho.

 

Por sua encarnação Ele se vestiu de nossa humanidade.

O Salvador nasceu de mulher. O filho de Deus veio por nascimento natural, para que Se igualasse em nossa humanidade.  Deus quis que o seu filho se fizesse humano. Era o filho de Deus vindo aqui, através do nascimento natural.

 

Por sua encarnação ele se cobriu com nossa condenação (a Lei propunha maldição).

Jesus Cristo assumiu nosso lugar não só na carne, mas também a nossa sentença. Quando veio, Ele nos substituiu em nossa condenação, tomou o nosso lugar naquela cruz. Esse é o maior presente que uma pessoa pode ganhar.  Ele tomou sobre si o nosso castigo.

 

Este é o presente que iluminou nossas vidas, que nos tirou da escravidão do pecado e do sistema mundano, e que nos transportou para o Reino da luz.  Que essa luz brilhe intensamente através de nossas vidas para que outros recebam essa boa notícia, e com isso deixem de buscar um brilho ilusório, que rapidamente se apaga. Quando essa luz chega, não há escravidão que resista.Vejam o relato do casal de missionários Sérgio e Nathaly Nascimento entre os índios Sanúma, no norte do Brasil:

 

“O culto começou com muitos louvores e danças. Enquanto o Pr. Enoki apresentava as cinco pessoas que seriam batizadas e cada uma dava seu testemunho, começamos a ouvir uma cantoria bem característica. Ao lado da igreja um grupo estava fazendo um ritual de pajelança.

Alguns estavam inalando o rapé (uma droga alucinógena), outros já estavam cantando e se ‘balançando’ como costumam fazer. Durante todo o culto, o batismo e a ceia, a pajelança continuava acontecendo. Naquela manhã vimos uma luz resplandecer naquele local. Ninguém saiu do culto para participar da pajelança. Aqueles que vieram adorar o Menino que nasceu permaneceram firmes até o final. Mais de 100 pessoas, entre homens, mulheres e crianças haviam entendido o verdadeiro sentido do Natal. Enquanto, talvez, cerca de 20 pessoas permaneciam nas trevas bem ao nosso lado.

Que contraste entre a luz e a escuridão! Sabemos que o nosso inimigo, em cada cultura, tenta nos distrair do verdadeiro sentido do Natal. Em Olomai, com drogas e rituais a espíritos; na cidade, com luzes falsas, compras, presentes e outras figuras que podem nos confundir.”

 

Que nesse Natal, sejamos gratos pelo plano Redentor de Deus. E também que sejamos LUZ num mundo que continua em trevas.

É permitido a divulgação deste texto, desde que informado os créditos de autoria, tradução e copyright.

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Autor

Gilmar Amaral

 

Pastor auxiliar da IECA, é responsável pelo ministério de Evangelismo e Plantação de Igrejas. Trabalha na congregação em Terra Preta.

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